Feijão Fillet
Também conhecido como “feijão francês”, o fillet é originário da América do Sul e Central e foi introduzido na Europa pelos exploradores portugueses e espanhóis no século XVI. Mais tarde coube aos agricultores franceses aprimorá-lo a nível de sabor e textura e em França popularizou-se a partir do século XIX como “Haricot Vert” (simplesmente… “Feijão Verde”).
O feijão fillet não tem filamentos (fios nas laterais) e é mais comprido, mais curto, mais fino, mais tenro, mais denso, mais estaladiço e mais adocicado do que o feijão verde convencional. A distinção é fácil de fazer porque o feijão fillet é uma vagem cilíndrica (motivo pelo qual também é apelidado de “feijão verde redondo”) enquanto o feijão verde tradicional apresenta um formato achatado.
Com um sabor fortemente herbáceo, o feijão fillet é muito versátil (pode ser usado como aperitivo, acompanhamento, petisco, integrado em saladas ou sopas, etc.), dispensa preparações longas (nomeadamente por não apresentar os fios fibrosos que o feijão verde tradicional possui) e cozinha muito rapidamente (entre 10 a 15 minutos), o que permite manter a sua crocância e reter a sua característica tonalidade verde viva.
NOME CIENTÍFICO
Phaseolus vulgaris
ORIGEM
Espanha
OUTRAS INFORMAÇÕES
É um dos ingredientes da “Salada Niçoise”, uma receita clássica francesa.
Rico em água, fibras solúveis, minerais e vitaminas, o feijão fillet é pouco calórico e é um óptimo aliado na redução do colesterol LDL.
O feijão fillet é o preferido para exportação sendo cultivado em grande escala em países como Quénia, Marrocos e França para abastecer o mercado europeu, incluindo Portugal. Em solo nacional, a produção é residual e concentra-se sobretudo na região do Ribatejo e no norte do país.

