Beterraba roxa
Com um sabor doce, é muito versátil, podendo ser incorporada em saladas, sumos, sopas, pickles, húmus, sobremesas, entre outros. As folhas podem ser preparadas como os espinafres.
Para se manter nutritiva, a beterraba deve ser preferencialmente consumida crua, assada ou cozinhada a vapor. Quando é cozida, perde a sua coloração característica pelo que se aconselha cozinhá-la com casca, mantendo-se 3 a 5cm dos talos. Podem também adicionar-se 2 colheres de sopa de vinagre à água da cozedura para evitar que descolore.
Deve evitar-se congelar a beterraba crua dado que tende a ficar mole após a descongelação.
NOME CIENTÍFICO
Beta vulgaris
ORIGEM
Portugal
MARCA
N/A
OUTRAS INFORMAÇÕES
As beterrabas são vulgarmente classificadas em três tipos: a sacarina, usada na produção de açúcar; a forrageira, usada para alimentação animal, e a de mesa cujas raízes são consumidas como hortaliça.
De formato geralmente globoso, a beterraba de mesa pode apresentar uma coloração branca, amarela, avermelhada ou listrada (beterraba “chioggia”).
Com origem no Norte de África, cresceu de forma selvagem nas costas europeia e asiática, sendo inicialmente valorizada pelas suas folhas, tendo a raíz utilidade exclusivamente medicinal. A partir do século XVI começou a ser amplamente cultivada para consumo alimentar, intensificando-se o seu uso na Europa no decurso do século XIX quando se descobriu que se podia transformar em açúcar.
A acelga e a beterraba são da mesma espécie mas a acelga é uma variedade seleccionada pela folhagem abundante e pelos caules enquanto que a beterraba é valorizada pela sua raíz grossa muito polposa.

