top of page

Portugal perdeu mais de 90 mil veggies em dois anos

11 de jun. de 2024
3 min de leitura

A generalidade dos portugueses come de tudo mas 49% procuram reduzir o consumo de carne, especialmente vermelha.

veggies, the green revolution
📷: Lantern

A tendência alimentar veggie (que inclui as dietas vegan, vegetariana e flexitariana) está a perder força no país, depois do crescimento acelerado registado no pós-pandemia. No espaço de dois anos, 90 mil consumidores abandonaram esta opção alimentar, com destaque para os homens, revela o estudo The Green Revolution, recentemente divulgado. Actualmente, há cerca de 910 mil consumidores de alimentos de origem vegetal em Portugal, ou seja 10,4% da população adulta. Segundo o relatório da consultora Lantern, em 2023 contavam-se cerca de 750 mil consumidores flexitarianos, 122 mil vegetarianos e 35 mil veganos no país.


As mulheres continuam a destacar-se na prática desta dieta. Desde 2019, uma em cada nove mulheres portuguesas é veggie  (11,2%), embora se registe uma descida de 2,5 pontos face aos 13,7% que representavam em 2021, revela o estudo. Já no caso dos homens, o número desceu dos 9,8% em 2021, para 7,1% no ano passado. Para estas alterações na dieta alimentar terá também contribuído o aumento do preço dos alimentos nestes dois últimos anos.


As mulheres representam agora 67% dos consumidores veggies e 67% dos vegetarianos e veganos combinados. O perfil traçado pela Lantern deste consumidor indica que está maioritariamente na faixa etária dos 25/34 anos e espalhado um pouco por todo o território nacional. O estudo conclui também que a adesão a esta dieta é motivada na essência por razões de saúde, a que se segue o bem-estar animal e, por último, preocupações com o meio ambiente.


As alternativas vegetais ao leite, ao iogurte e ao queijo são as que têm mais procura entre os consumidores portugueses, com as vendas a crescerem desde 2021. No ano passado, as bebidas vegetais geraram 42,3 milhões de euros de volume de negócios (no exercício anterior, atingiram os 40,6 milhões). Já o mercado dos alimentos alternativos ao iogurte apresentou uma facturação de 12,5 milhões (contra 10,1 milhões em 2022) e as soluções de queijo somaram 1,7 milhões (valor que compara com os 1,4 milhões registados no ano precedente).


A procura por alternativas à carne registou uma quebra de 400 mil euros, totalizando 5,4 milhões de euros em 2023. As almôndegas e os hambúrgueres foram os mais penalizados pela diminuição da demanda. Em contrapartida, os filetes estrearam-se com distinção nesta categoria, totalizando 92 mil euros de vendas.


O estudo faz ainda um retrato dos portugueses que não prescindem de carne. Segundo relata, 89,6% dos cidadãos nacionais apresentam-se como omnívoros mas 49% afirmam estar a tentar reduzir o consumo de carne. Procurar eliminar a carne vermelha é uma preocupação para 34% dessa população, sendo que 15% quer diminuir todos os tipos de carne. Há ainda o grupo dos supercarnívoros (assim o designa o estudo), que adoram e comem quase todos os dias carne. Aqui, é o sexo masculino que impera, assim como os jovens com menos de 25 anos.


Na Europa, os consumidores alemães são, de longe, os mais rendidos à dieta veggie. Este mercado vale mais de 1900 milhões de euros por ano, registando um crescimento de dois dígitos nos últimos exercícios. No Reino Unido, a tendência está também firme, embora represente menos de metade das vendas geradas na Alemanha (982 milhões). Itália ocupa a 3ª posição entre os países europeus mais aficcionados desta prática, com o mercado a movimentar 681 milhões de euros/ano.


Créditos do Artigo: Diário de Notícias


Quero receber os catálogos

fale connosco

erro: ingrediente não encontrado

ainda à procura daquele
ingrediente especial? 

Chegou ao local certo.

bem-vindos a bordo foodies

chefs criativos, produtos incríveis, momentos para partilhar e histórias que vale
mesmo a pena ficar a conhecer.

vamos comer "fora da caixa"?
estes são os recém-chegados à Lima com Pimenta

já vos dissemos que adoramos ingredientes
irreverentes?

Too Good to Go
Too Good to Go

connosco
o desperdício
não tem lugar
à mesa

Too Good to Go

Lima com Pimenta
fruit & veg company
Lima com Pimenta, Lda. | Algarve




 

 


numa relação séria (e longa)
com ingredientes incríveis, desafios desconcertantes e pessoas extraordinárias


It's a Green (amazing) World!

Logotipo da Lima com Pimenta

Contactos

estamos à distância de um clique

​​​

​

contacto@limacompimenta.com

prometemos ser rápidos a responder

​

966 037 200

chamada para a rede móvel nacional

 

289 794 280

chamada para a rede fixa nacional

Outras Informações
 

​

Livro de Elogios
RAL | Centro de Arbitragem do Algarve
Livro de Reclamações

o nosso Livro de Elogios está disponível apenas em formato físico porque preferimos o modo "olhos nos olhos"

sozinhos poderíamos ir mais rápido mas juntos iremos (certamente) mais longe
 

reconhecimentos 

Lima com Pimenta | TOP 5% Melhores PME de Portugal
Lima com Pimenta | TOP 5% Melhores PME de Portugal
Lima com Pimenta | TOP 5% Melhores PME de Portugal
Lima com Pimenta | TOP 5% Melhores PME de Portugal
Scoring TOP 10 2024 - Melhores PME do Sector Alimentar
Lima com Pimenta - IAPMEI | PME Lider 2024
Lima com Pimenta - IAPMEI | PME Excelência

lugar cativo para o próximo; estamos a trabalhar nisso

espaço reservado

parcerias & co.

O Prato Certo
Parceria entre a Lima com Pimenta e a Unidos Contra o Desperdício
Parceria entre a Lima com Pimenta e a ProVeg
Parceria entre a Lima com Pimenta e a Too Good to Go
Parceria entre a Lima com Pimenta e a Hotel Shop
Parceria entre a Lima com Pimenta e a Coparama
bottom of page